
O julgamento do ator americano Charlie Sheen, acusado de violência doméstica, foi adiado o dia 2 de agosto, informa em comunicado oficial o departamento de polícia de Aspen nesta sexta-feira (9). Inicialmente, a audiência estava marcada para a próxima segunda (12).
Esta é a segunda vez que o julgamento do ator é adiado. No dia 7 de julho, a promotria do caso pediu transferência da data para poder 'analisar pontos específicos do caso'.
Sheen foi preso no Natal do ano passado quando passava férias com a família na estação de esqui de Aspen, no Colorado. Segundo um boletim oficial, a polícia recebeu uma chamada de emergência às 8h34 (13h34, em Brasília) relatando "uma situação de violência doméstica". A vítima era a mulher do ator, que o acusou de apertar uma faca contra o seu pescoço e ameaçar matá-la durante uma briga.
Na ocasião, Sheen pagou uma fiança de US$ 8.500 e foi libertado com a condição de voltar ao tribunal de Aspen para nova audiência. Em março, ele se declarou inocente. Um novo julgamento estava previsto para a partir de julho, mas uma eventual declaração de culpa permite uma resolução mais rápida, segundo os termos da negociação, tal como estabelece a lei americana.
Tanto Sheen como sua mulher entraram em clínicas de reabilitação após o incidente. O ator também teve de participar de um grupo de ajuda para controlar a raiva.
Sheen é filho do ator Martin Sheen e irmão do também ator Emilio Estevez. Atualmente, ele interpreta o personagem Charlie Harper na série de televisão "Two and a half men", um solteirão mulherengo que vive com o irmão e o sobrinho.
Em maio, o ator renovou seu contrato com a rede CBS por mais dois anos e irá ganhar o cachê de US$ 1 milhão por episódio da série. No Brasil, 'Two and a half men' é transmitido pelo canal Warner e é uma das atrações líderes de audiência da TV paga.
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